quarta-feira, 24 de abril de 2013

“Desemprego no Brasil 1500 - 2013”



O mercado de trabalho brasileiro não está em pleno emprego, apesar de a taxa de desocupação ter caído à  4,6% em dezembro, segundo a  Pesquisa Mensal do Emprego (PME). Com esse resultado do último mês do ano, na média dos 12 meses de 2012, a taxa de desocupação anual também foi de baixa recorde: ficou em 5,5%, inferior em 0,5 ponto percentual à observada em 2011 (6%) e a menor taxa anual desde 2003, primeiro ano fechado da pesquisa.]
O mercado de trabalho no Brasil vem mostrando alguns sinais de desaceleração, principalmente nos empregos com carteira assinada, a taxa de ocupação da população segue aquecida e não deve ceder durante o ano. O que também não cede no país há muitos anos é o custo de empregar um trabalhador.
Um estudo feito pela consultoria inglesa de negócios e contabilidade, a UHY International, calculou a taxa de impostos pagos por um posto de trabalho, de acordo com faixas salariais. Nós somos os campeões da lista. Segundo a UHY, a taxa média dos 25 países pesquisados – membros do G7 e BRIC’s incluídos – é de 23% do salario bruto do trabalhador, com contribuições sociais e outros impostos.
As principais causas do desemprego
- Baixa qualificação do trabalhador: muitas vezes há emprego para a vaga que o trabalhador está procurando, porém o mesmo não possui formação adequada para exercer aquela função;
- Substituição de mão de obra por máquinas: nas últimas décadas, muitas vagas de empregos foram fechadas, pois muitas indústrias passaram a usar máquinas na linha de produção. No setor bancário, por exemplo, o uso de caixas eletrônicos e desenvolvimento do sistema bankline também gerou o fechamento de milhares de vagas;
- Crise econômica: quando um país passa por uma crise econômica, o consumo de bens e serviços tende a diminuir. Muitas empresas demitem funcionários como forma de diminuir custos para enfrentar a crise.
- Custo elevado (impostos e outros encargos) para as empresas contratarem com carteira assinada: este caso é típico do Brasil, pois os custos de contratação de empregados são muito elevados. Muitas empresas optam por aumentar as horas extras de seus funcionários a contratar mais mão de obra ;
- Fatores Climáticos: chuvas em excesso, secas prolongadas, geadas e outros fatores climáticos podem gerar grandes perdas financeiras no campo. Muitos empresários do setor agrícola costumam demitir trabalhadores rurais para enfrentarem situações deste tipo.

O desemprego é algo que se reflete no Brasil desde a época do Brasil Colônia, em que os “aventureiros”, segundo Sérgio Buarque de Holanda, chegavam ao país em busca de ganhos fáceis. A descoberta de ouro e o início da exploração das minas nas regiões auríferas  provocaram uma verdadeira "corrida do ouro" para estas regiões. Procurando trabalho na região, desempregados de várias regiões do país partiram em busca do sonho de ficar rico da noite para o dia.
Históricamente, o processo de desemprego começou na Inglaterra, em 1750, por causa da revolução tecnológica, que trocou a mão de obra humana por máquinas e produção em série.Hoje, com o ritmo de desenvolvimento dos países, existem muitos empregos para quem tem formação. O problema agora é a carência de uma educação de qualidade que forme os cidadãos para ocuparem os postos de trabalho.
No Brasil, precisamos de mais programas de qualificação profissional e democratização do ensino.Outro ponto importante é que as empresas têm investido cada vez mais em modernização e automação, o que diminui as novas vagas de emprego e corta postos de trabalho.



“Atentados em Boston: anatomia de um desastre”



A chegada da maratona de Boston no dia 15 de abril, teve duas explosões que aterrorizaram participantes e espectadores. Foi aproximadamente três horas depois que os vencedores finalizaram a prova.
A primeira explosão aconteceu perto de um hotel na Boylston Street, logo antes da linha de chegada. Minutos depois, veio a segunda explosão, que aconteceu a poucos metros. Mais tarde, houve uma terceira, na Biblioteca JFK.


Feridos

 Um total de 264 pessoas foram atendidas nos hospitais da região de Boston como consequência dos atentados, segundo fontes oficiais. O balanço anunciado era de 200 feridos, mas o número aumentou porque algumas pessoas com lesões de vários tipos se dirigiram aos centros médicos dias depois, segundo Katinka Podmanickzy, porta-voz da comissão de saúde de Boston.



Suspeitos

O universitário de origem tchetchena Dzhokar Tsarnaev, 19, único suspeito das explosões na Maratona de Boston capturado, denunciado por crimes federais já na segunda-feira (22), enquanto permanece hospitalizado sob vigilância armada, com graves ferimentos. A imprensa americana informou na noite de domingo (21), que ele já está consciente e responde a perguntas por escrito, mas a polícia de Boston não confirma a informação.

Indiciamento
Autoridades americanas confirmaram que o suspeito dos ataques à Maratona de Boston, Dzohkhar Tsarnaev, foi formalmente indiciado pelos ataques, mesmo estando internado no hospital Beth Israel Deaconess, em Boston.

Ele foi indiciado por "uso e complô de utilização de uma arma de destruição em massa contra pessoas e bens dos Estados Unidos", além de "destruição voluntária de bens com artefato explosivo", segundo um comunicado do departamento de Justiça.

Seu irmão, Tamerlan, foi morto em confronto com a polícia na madrugada do dia 19.

A captura de Tsarnaev encerrou uma caçada humana que praticamente paralisou a região metropolitana de Boston durante cerca de 20 horas.

Os investigadores estão tentando apurar, entre outras coisas, se os dois irmãos agiram sozinhos. O prefeito e o chefe de polícia de Boston dizem acreditar que sim.

Davies disse à "CNN" que os investigadores descobriram pelo menos quatro bombas não detonadas, uma delas semelhante aos dois dispositivos montados em panelas de pressão que explodiram junto à linha de chegada da Maratona de Boston.

Por causa disso, as autoridades suspeitam que os irmãos Tsarnaev ainda planejavam cometer outros ataques.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Panna Cotta


Característica da região italiana do Piemonte, a sobremesa já está se tornando popular nas cozinhas nacionais. O termo Panna Cotta traduz-se em “nata cozida”, pois é elaborada a partir de nata de leite, açúcar, gelatina e especiarias. Além de ter a textura leve e muito saborosa, a receita é usada pelos grandes chefes internacionais como base de preparo para outros pratos. A forma mais tradicional usa apenas compotas de frutas para acompanhar.

Se você ficou com vontade de experimentar essa novidade, confira a receita:

Ingredientes Panna Cotta:

300ml de creme de leite

200ml de leite

90g de açúcar

5g de gelatina

1 fava de baunilha

Modo de preparo Panna Cotta:

Corte a fava de baunilha ao meio raspando seu interior e coloque em uma caçarola junto com o leite, o creme de leite e o açúcar. Aqueça, sem deixar ferver, e acrescente a gelatina já hidratada em água. Coloque a mistura em forminhas e leve à geladeira por cerca de 4 horas. Na hora de servir, retire da geladeira, aqueça as forminhas em água quente e desenforme e cubra com a calda.

Ingredientes para calda:

200g de frutas vermelhas congeladas

50g de açúcar

1 colher (sopa) de vinho do Porto

Modo de preparo da calda:

Aqueça todos os ingredientes juntos, até formar uma calda ligeiramente espessa. Passe por uma peneira e deixe esfriar. Se quiser uma calda mais rústica, não precisa coar.

Como o sabor é neutro, é possível criar à vontade, pode ser acompanhado ou aromatizado com baunilha, limão, cítricos, frutas vermelhas, geleias, chocolate, enfim, com quase tudo que se pode imaginar.

Crítica – Show da banda Los Hermanos, Lupaluna







Soube logo quando Bruno Medina, tecladista da banda Los Hermanos, anunciou em seu blog, Instante Posterior, que a banda romperia com o hiato e faria uma turnê pelo país.

O primeiro show que abria a turnê foi no dia 20 de abril do ano passado, no palco do festival do Abril Pro Rock, em Recife. A maioria das críticas foi positiva, mas o que chamou a atenção foram às críticas negativas sobre a interação do público com a banda, que foi excessiva.

No show em Curitiba, tive a possibilidade de acompanhar de perto. Na noite fria curitibana, os hermanos cariocas se apresentaram durante uma hora e meia. E novamente, o público acompanhou todas as canções, do início ao fim. Até o single mais famoso da banda, e quase nunca tocado em shows, Anna Júlia, fez parte da apresentação.

Os barbudos estavam como sempre, apáticos. Nunca foram de interagir muito com o público, o negócio deles é o som, a música, que por si já transmite a mensagem. Marcelo Camelo e Rodrigo Amarante, mostravam perfeita harmonia, durante todo o show, fazendo esquecer o tempo que ficaram separados.

No fim da apresentação, apenas um muito obrigado. O público gritava efusivamente, mas não teve bis. Fogos de artifício foram lançados ao céu e encerrou-se o espetáculo.

A descoberta do Tabaco



O consumo de tabaco era hábito dos nativos da América, e era totalmente desconhecido na Europa medieval. O uso mais comum era em cerimônias religiosas, como alterador de consciência; e militares como antídoto de venenos. Sempre presente na medicina indígena  até mesmo como complemento alimentar.
Segundo o antropólogo Gustavo Godoy, o contato dos europeus com o tabaco foi desde a primeira visita de europeus ao Brasil, “Desde a primeira viagem de Colombo eles já levaram. A hipótese é que ele antes era consumido mascado e como xarope, e o uso fumado é posterior, mas eles já usavam, e o uso mais comum entre os indígenas é o fumado”, disse.
O tabaco era visto como uma planta sagrada, mas também era usado cotidianamente. O Pajé era o tabagista da tribo. Ele fazia uso efêmero e em cerimônias. Segundo o antropólogo, os índios não tinham a preocupação em relação ao tabaco ser algo viciante. Para eles, o uso era algo similar ao consumo de alimentos. “Mais línguas indígenas tem a aproximação do tabaco com alimento. Os índios Bororo comiam o charuto, saboreavam o charuto. Em tupinambá tem um verbo que se usa para comer e para fumar, a interpretação é diferente. O tabaco, ele é majoritariamente uma planta sagrada, mas tinha também gente que mascava cotidianamente”, afirma Godoy.
 Quando Colombo chegou a América, em 1492, exploradores presenciam cerimônias e rituais nativos com o uso da folha do tabaco. No regresso a Espanha, Colombo leva consigo as folhas do tabaco, devido à crença do valor terapêutico, e difundem o uso por toda a Europa.
“A distribuição inversa ao que se supõe que foi a migração humana. A hipótese considerada primeiramente nesse sentido mais ritual, e progressivamente ela foi generalizando”, afirma o antropólogo.
Foi com a chegada a Europa que o tabaco teve as suas formas de consumo reinventadas. No século XVI, surgiram os primeiros charutos. O cigarro, apesar de ser forma mais usada e conhecida, demorou a ser popularizada. No final do século XIX, a forma mais usada de consumir o tabaco ainda era mascando as folhas.
E só com a invenção da máquina de enrolar cigarros, por James Bonsack, que o cigarro se tornou conhecido mundialmente.

Segurança para ciclistas






Ônibus de Curitiba circulam com mensagens educativas para incentivar o respeito e segurança nas ruas. Essas mensagens educativas estão associadas a campanhas que visam o planejamento urbano, como por exemplo, a lei do 1,5m, que está no artigo 201 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), determina que o motorista deve guardar a distância lateral de 1,5 metro ao passar ou ultrapassar uma bicicleta.

Para os ciclistas, um dos maiores problemas enfrentados nas ruas é com os motoristas de ônibus.  Para Cristiane Oliveira, “Os ônibus fazem questão de passar quase encostando na bicicleta. Total falta de respeito da maioria dos motoristas curitibanos”.

A campanha faz parte do projeto “Vida no Trânsito”, criado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Fundação Bloomberg, financiado pelo Ministério da Saúde e executado pelos governos estaduais. O objetivo é mudar a cultura de segurança no trânsito em favor da redução de mortes no trânsito a partir da conscientização e mobilização da sociedade.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Beleza acima de tudo




“Aquilo que não me mata, só me fortalece”. A frase do filósofo Friedrich Nietzsche é a tradução literal da vida de Flávia Flores. Ela foi diagnosticada com câncer de mama, mas não se deixou vencer pela doença. Quando recebeu o diagnóstico, ela conta que ficou chocada, sentiu-se frágil e desprotegida. Chorou por 10 dias, mas decidiu enfrentar o tratamento e mostrar que é possível ser linda, mesmo com câncer. Criou o projeto Quimioterapia e Beleza, e usa a fanpage para compartilhar sua experiência e dar dicas de beleza, moda, maquiagem, e também para inspirar e motivar pacientes que estão passando pelo mesmo que ela.

Com a quimioterapia é inevitável a queda de cabelos, cílios, unhas fracas e a pele manchada, mas Flávia tenta encontrar as melhores alternativas e conta com a ajuda de maquiadores, stylists, fotógrafos, nutricionistas para dar dicas de bem estar. Ela posta fotos com diferentes looks e usa perucas, lenços e turbantes para adaptar o novo visual. Além de tudo isso, faz ensaios fotográficos e tutoriais para mostrar produções que são tendência da moda.

Flávia não perde a autoestima e, como trabalhou com moda desde os 13 anos, sempre incentiva suas seguidoras. “Os cílios caíram? Cílios postiços. Sobrancelhas falharam? O truque é pintar com lápis 6B, de desenho mesmo – compra em papelaria e fica perfeito!
Mulher é vaidosa, quer elogios, quer namorar. E nós não somos diferentes, certo?
Fiquem lindas, caprichem no visual.”

Para ela, a autoestima elevada é o segredo para um tratamento bem sucedido. E é inspirador acompanhar a trajetória de Flávia em situações tão difíceis como essa, com tanta determinação e buscando formas positivas de encarar os problemas com feminilidade, vaidade e bom humor.

Bicicletários de Curitiba voltaram a funcionar




Curitiba ganhou um novo serviço público: o sistema de aluguel de bicicletas, que colocou em atividade os bicicletários da cidade que estavam desativados desde 2007. A empresa Bicicletaria.net, vencedora da licitação da Urbanização de Curitiba (URBS), é a responsável pela administração do transporte da capital, para ocupar os bicicletários do Jardim Botânico, Centro Cívico e São Lourenço.São 300 bicicletas implantadas com Sistema de Geolocalização (GPS). O modelo de bicicleta utilizado não tem correias e é produzido atualmente fora do Brasil.

O usuário pode pegar a bicicleta em um dos bicicletários e devolver em outro. O valor mensal fica entre R$ 15 e R$ 25 e o usuário que compra o serviço tem direito a uma hora de uso por dia. Hoje, 125 cidades do país contam com este serviço, mas só duas utilizam o GPS para rastrear a localização do usuário. O GPS permite um relatório completo de uso e desgaste da frota, além de informar ao usuário sobre a quantidade de quilômetros rodados, velocidade média e trecho percorrido.

O Passeio Público já conta com um serviço de consertos e aluguel de bicicletas pioneiro na cidade há 30 anos. A intenção é dar a oportunidade para os turistas conhecerem a cidade através de outro ângulo. O bicicletário Cicles Jaime é também frequentado por moradores da cidade. “A maior parte dos nossos usuários é daqui da cidade mesmo”, diz César Eduardo, um dos quatro funcionários do bicicletário.

Ângela Santos, designer de móveis, conta que ficou sabendo do bicicletário através de um amigo do trabalho. “Sempre passava por ali e sempre olhava para as bicicletas, sem saber o que funcionava lá”. A designer conta que prefere este serviço para não precisar se preocupar com equipamentos e manutenção do modal, e que a abertura dos novos bicicletários possibilitariam passeios longos e diferentes. “Alugando, eu não me preocupo, pego a bike e faço meu passeio tranquila. O trajeto no Passeio Público é pequeno, será bom contar com novos lugares para pedalar”.

Mobilidade urbana para os que não veem



Dentro das propostas de mobilidade urbana do plano de governo do prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet, uma das ideias é de “implantar projeto de nomenclatura urbana para deficientes visuais.” Segundo a assessora de imprensa de Fruet, Aline Moreira, a transição de governo e das secretarias municipais dará continuidade à proposta. “Um exemplo da nomenclatura urbana seria implantar informações em braile nos pontos de ônibus e terminais”, disse ela.


Curitiba tem apenas 1% das guias rebaixadas, rampas, pisos táteis, semáforos com sinalização sonora ou qualquer outra coisa que auxilie na inclusão das pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.

O prefeito tem projetos para pessoas com deficiência também em outras áreas, como cultura, desenvolvimento econômico, esporte e lazer. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Brasil, 24,5 milhões de pessoas (14,5% da população) têm algum tipo de deficiência, desde alguma dificuldade para andar, ouvir e enxergar, até as graves lesões incapacitantes. Foram detectados, nesse total de 24,5 milhões, 48% de pessoas com deficiência visual, 23% com deficiência motora, 17% com deficiência auditiva, 8% com deficiência intelectual e 4% com deficiência física. No entanto, ainda existe carência de políticas públicas voltadas para esse segmento da população.

O Brasil possui leis que dispõem sobre o apoio às pessoas portadoras de deficiência e sua integração social. A lei nº 7.853/89 e o decreto nº 3.298/99 determinam a política nacional para integração da pessoa portadora de deficiência.

A realidade de Maria Terezinha de Castro, que nasceu com deficiência visual total, é outra. Para ela, os maiores problemas são os orelhões, falta de rampas e as placas, que sempre atrapalham na caminhada, pois a bengala não consegue alcançar. Maria Terezinha circula pela cidade, visita seus amigos, pega ônibus, vai ao banco e tem uma vida normal. ”Só queria que a administração pública sentisse que nós existimos, e que nós, cegos, circulamos”, disse.

Agora, aos 63 anos, Maria Terezinha diz que a sociedade mudou. “Ando de bengala desde os meus 18 anos. Desde então, a sociedade mudou muitíssimo. Antigamente eu ouvia muito deboche, sobre ser cega, andar de bengala, e sobre meus olhos”.

O problema foge das ruas. Para Vera Cristina dos Santos, deficiente física e visual, o empecilho está nas empresas e prédios. Vera está à procura de emprego e já passou em várias entrevistas, mas quando é chamada para a vaga, descobre que não pode aceitar, devido a problemas de acessibilidade das empresas. “Fui chamada em dois empregos, mas quando cheguei ao local, não pude aceitar, devido a inúmeras escadas e locais despreparados para aceitar pessoas com deficiência”. Tudo isso apesar da lei de cotas, que garante a contratação de pessoas com deficiência nas empresas, e dispõe sobre os planos de benefícios da previdência e dá outras providências a contratação de portadores de necessidades especiais.

Você pode encontrar (e também cobrar) as propostas para o plano de governo do prefeito Gustavo Fruet, neste link: http://www.fruet.com.br/curitibaquermais/plano-de-governo/