Novas Mídias

Original

























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  • Google +
Vária ferramentas de edição. Prático e direto, (como nos efeitos "bronzeado s/ sol") e todos com visualização direta.






Change Images
























  • Change Images
Efeitos sem a possibilidade de edição e também sem visualização da imagem enquanto está sendo tratada.


Fix Picture
























  • Fix Picture
Site para mudar o tamanho da imagem, de fácil manipulação.






  • Exercício 3
  • Exercício 5 : Thumbalizr - Blog Bigodesexyaa
























  • Exercício 7:


 
Firefox: Carrega bem





MP4: Formato de qualidade razoável e o vídeo carrega rapidamente.





Flash: Demora muito para carregar.




  • Exercício 8: Edição de vídeos




You Tube editor: Fácil manipulação, porém poucos efeitos.




  • Exercício 9: Criando uma animação sonorizada com imagens estáticas 

Polaroides

Exercício 10: http://bigodesexyaa.webs.com/

Exercício 11:
Antes






Depois:
Com as alterações no design, a usabilidade e acessibilidade ficaram perceptíveis. Com a nova barra das páginas as opções de "contato" e "sobre"

Exercício 12:   http://img811.imageshack.us/slideshow/player.php?id=img811/7259/1365631845ei8.smil

Exercício 13:


a) A estrutura da reportagem 1 corresponde ao hipertexto arborescente.


   A estrutura da reportagem 2 corresponde ao hipertexto em rede.



b)




















c) A arborescente é menos complexa pois ela só parte da ideia central e linka novas ideias, que vão surgindo com o mesmo assunto. O texto funciona como o “caule”, e os outros assuntos surgem para complementar, como os galhos de uma árvore.


O hipertexto em rede não existe a trama de conexões,  e não tem hierarquia de organização das informações, tornando-o muito mais complexo.



d)A reportagem para web deve ser planejada já para este meio. Já na pauta, devem constar os hipertextos que estarão no texto, para não acentuar ainda mais a fragmentação textual causada pelo hipertexto. O importante é fornecer uma transição entre o mundo do leitor e o mundo do texto



e)















Exercício 14:



a)Sim. É possível encontrar os seguinte links editoriais que estruturam a publicação tanto no jornal O Globo e também na Folha de SP: Economia, Mundo, Cultura, Esporte, Ciência, Cotidiano...

b) Os encontrados em ambos os jornais, e mais frequentes são: : Economia, Mundo, Cultura, Esporte. Links mais específicos são raros de encontrar, como, por exemplo, os pets estão inseridos dentro da editoria de animais.

c)No jornal O Globo, o uso de links é mais clean e organizado, facilitando a pesquisa. Na Folha, os links confundem-se com outras informações.
d)Na maioria das matérias encontram-se os links inter-textuais que indicam relação com outras publicações. No O Globo, também são encontrados os links, dentro de caixas de diálogo, como, por exemplo, veja mais.

e)Link disjuntivo abre-se uma nova janela no navegador. É comum encontrar quando as matérias são retiradas de algum outro site de informações, como no exemplo abaixo:
http://bit.ly/16pxqIR
Também é comum de encontrar quando são citados vídeos de outros canais.

f)Geralmente os blogs estão dentro dos sites dos jornais. No caso da Folha de SP, há até um link editorial no jornal com a sessão dos blogs.

g)Imagens são conjugadas com links que levam às galerias de fotos.
h)Mielniczuk classifica os tipos de link para análise do texto e do web jornalismo, já que considera o link como um “status de texto”.


Exercício 14:

Quais serão os dois acontecimentos que você vai utilizar?
Desastre natural no Japão e no Brasil (Teresópolis)
 Descreva cada um e explique por que os dois podem ser comparados:
O terremoto no Japão foi tão desastroso quanto o que aconteceu no Brasil, mas a recuperação foi muito mais rápida.

 ___________________________________________________________________
Exercício 1:http://bigodesexyaa.blogspot.com.br/2013/04/atentados-em-boston-anatomia-de-um.html

Exercício 2:  http://bigodesexyaa.blogspot.com.br/2013/04/desemprego-no-brasil-de-1500-2013.html

Exercício 3:
Pauta


Retranca: Papa
Pauta: Grupo”x”
Repórter: “x”, “y”, “z”,
Câmera: “1”, “2”, “3”
Assistente: “z”
Fotógrafos: “a”, “b”, “c”, “d”, “e”

Proposta: Acompanhar a visita do Papa durante todo o dia, desde o desembarque no aeroporto até o retorno, no mesmo local.
Abordar o motivo da visita do Papa a cidade, dados das visitas do Papa ao país, detalhes do trajeto do Papa durante a viagem dentro do país.
Contar explicitamente o roteiro do Papa durante todo o dia, quais o compromissos que ele compareceu, o assunto abordado e quantas pessoas participaram do sermão.
Revelar o próximo destino do Papa (se é nacional, apontar compromissos), e o feedback da visita ao país.
Fazer texto, vídeos, imagens, gravar áudio para podcast, coleta de dados para infográficos, 

Roteiro:
8:00 a.m – Imagens e vídeos do Papa desembarcando do avião e os primeiros passos do pontífice na cidade.
9:00 a.m. – Cobertura completa da missa
Reportagens em vídeos, textos e áudio para podcast
12:00 a.m.  - Almoço com autoridades
Tomar nota e entrevistar as autoridades participantes
Cobertura fotográfica
14:00 p.m. -  Visita a abrigo de anciãos
Cobertura audiovisual do sermão
Cobertura fotográfica do sermão
 16:00 p.m. – Retorno do Papa ao aeroporto
Acompanhar trajeto com cobertura fotográfica.

Fontes:
 Padres   –  padres comentando a importância da visita à cidade
 Prefeito – Prefeito falando da visita do Papa
Autoridades que participaram do almoço
Fiéis emocionados com a visita do Papa, que acompanharam os sermões.

Dados:
Coletar dados das últimas viagens do Papa, da última visita de um Papa no Brasil.
Dados de quantidade aproximada de fiéis que acompanharam o dia do Papa na cidade.

Sugestão de Imagens:
Papa desembarcando
Multidão que acompanhou o trajeto do Papa
Pessoas que assistiram o sermão

OBS: Todo o material deve ser disponibilizado imediatamente para acesso da redação.


1) A pauta é um dos itens principais do jornalismo. É a partir dela que o jornalista/repórter irá a campo buscar informações, apurar e iniciar a construção da reportagem. Através de vários recursos, o paliteiro ou editor, orienta as ações do repórter e a coleta de materiais. A pauta é a orientação do repórter e, por isso, deve ser muito bem feita. Para o jornalismo web, são coletadas informações em vários tipos de meios, como vídeos, notas, fotos e aúdio.
2) A pauta para jornal impresso é bastante restrita em relação a pauta para web. No impresso, a preocupação do repórter é só com o a matéria escrita e a fotografia, pois são os únicos meios reproduzidos no jornal. A semelhança é que se usa o mesmo tipo de apuração de dados.
3)A pauta é um dos itens principais do jornalismo, que orienta o repórter em toda a atividade de pré-seleção da apuração da noticia. A análise do publico alvo é  relevante para selecionar uma matéria que atraia o maior número de interessados e direcionar o público alvo. As informações devem conter fontes e maior numero de dados possível, para facilitar o trabalho do repórter. A direção que a reportagem deve seguir, também deve ser guiada pela pauta, que decide o tema, assunto e direção que o repórter vai proceder durante a matéria.



Exercício 4:

Robert Kirkman



Robert Kirkman é um escritor de banda desenhada americano, conhecido por seus trabalhos para os quadrinhos The Walking Dead e Invencível, ambos para a Skybound e a Image Comics, da qual é um dos cinco sócios, sendo o único entre eles que não é co-fundador da empresa.
No começo dos anos 2000, Robert Kirkman era só mais um escritor independente de quadrinhos. Seus dias eram calmos e dedicados a criar histórias no porão de sua casa no Kentucky, interior dos Estados Unidos. Passados dez anos, sua vida ficou bem mais agitada. Ele continua a escrever, mas hoje é um autor premiado em histórias em quadrinhos. Tornou-se sócio da Image, terceira maior editora americana de HQ, e produtor executivo de The walking dead, a série de TV paga mais vista de todos os tempos nos Estados Unidos. Agencia talentos, escreve livros, produz videogames e participa de conferências onde é a estrela. “Não há um dia sem milhões de compromissos”, diz Kirkman, de 34 anos. “Estou ficando velho. Preciso diminuir o ritmo.”
Tudo começou quando decidiu acabar com o mundo. Aos 25 anos, Kirkman já lançara três títulos na Image quando criou um gibi sobre um apocalipse zumbi. Em Os mortos-vivos, um grupo de pessoas tenta sobreviver em meio à invasão de corpos ambulantes. “Os zumbis são um veículo para contar como as pessoas reagem a situações extremas”, afirma Kirkman. “Se você faz isso enquanto um bando de monstros tenta comê-las, fica mais divertido.” O projeto de enredo sem super-heróis e desenhos em preto e branco foi recusado várias vezes pela Image. Ao ser finalmente publicado, virou um sucesso de crítica e conquistou fãs. Também chamou a atenção da Marvel, a maior editora de quadrinhos do mundo. Kirkman foi contratado para criar histórias para grandes personagens, como Capitão América e os X-Men, mas continuou publicando também na antiga editora. A Image fora criada em 1992 por artistas da Marvel que não queriam abrir mão dos direitos sobre seus personagens. Na Marvel, Kirkman seguia as ordens de seus editores e recebia como freelancer. Na Image, decidia os rumos das histórias e faturava com cada gibi vendido. As 7 mil cópias mensais da primeira edição de Os mortos-vivos se tornaram 27 mil, em 2008, e feito dele o gibi mais popular da editora. Logo Kirkman foi convidado para tornar-se um sócio, o único não fundador. “Os sócios originais quiseram deixar clara a importância dele para o sucesso da empresa e premiá-lo por isso”, diz Eric Stephenson, executivo da Image. “Kirkman ajudou a mudar a percepção de nossos quadrinhos. Outras editoras vivem da nostalgia em torno de seus personagens. Preferimos conceitos inéditos. Kirkman é ótimo nisso porque não tem medo de arriscar.”
Como sócio da Image, ele fez do estilo de trabalho independente uma filosofia. Num manifesto, convocou outros artistas a abraçar os quadrinhos autorais. Em 2010, fundou o selo Skybound para agenciar novos talentos. “Esse apoio teria me ajudado muito no começo”, diz Kirkman. “Busco pessoas empreendedoras. Nos quadrinhos, você não é só artista. Deve pensar no lado comercial, como a distribuição, e gerenciar um processo de criação.” O primeiro título da Skybound foi Witch doctor, descoberto por Kirkman na internet e lançado no ano passado. Nele, um médico resolve casos sobrenaturais com ciência e magia. Seus criadores já haviam negociado com outras editoras independentes, mas elas diziam ser arriscado lançar um novo trabalho em meio à crise econômica. “Kirkman então nos escreveu”, diz Brandon Seifert, cocriador do título. “Teríamos apoio de divulgação e distribuição e receberíamos adiantado. Ele ainda ajudaria a desenvolver a história sem tirar nossa autonomia. Foi impossível não aceitar.” As primeiras quatro edições de Witch doctor foi bem recebida pela crítica. Uma nova leva será publicada neste ano. Kirkman também promete novidades da Skybound para julho. “Além de abrir espaço para novos talentos, essa defesa apaixonada dos gibis autorais incentiva outros a seguir esse caminho”, diz Stepherson, da Image. Foi o que aconteceu recentemente, quando o escritor Brian K. Vaughn, roteirista da série Lost e autor premiado, anunciou a série de quadrinhos Saga. “Kirkman me deu coragem para tentar algo mais independente”, afirmou.
Independência é um traço de Kirkman. Seu primeiro emprego foi aos 15 anos, na fábrica de lâminas de metal de seu pai, para pagar seus gibis e bonecos de heróis. Entregou pizzas, trabalhou num supermercado e numa loja de gibis. Aprendeu até a fazer bonecos de plástico para vender. Isso permitiu que comprasse sua casa aos 19 anos. Kirkman não fez faculdade. Preferiu investir o tempo no sonho de ser escritor. Desde as primeiras publicações, mostrou-se irreverente. O título de estreia distribuído em maior escala foi Battle pope, sobre um papa alcoó¬latra e mulherengo, condenado por Deus. Para se redimir, ele deveria salvar São Marcos com a ajuda de Jesus Cristo e proteger o mundo de uma invasão de demônios. Mesmo quando escreve sobre super-heróis, como em Invencível, em que um adolescente lida com os poderes herdados do pai, Kirkman brinca com os clichês do gênero.
Até hoje, ele já criou nove gibis além de Os mortos-vivos. Nenhum chegou perto do sucesso dos zumbis. Com 40 mil títulos vendidos por mês, é o título mais popular do mercado sem a marca das duas maiores editoras do mercado americano, Marvel e DC. Em julho, a sérieMortos-vivos chegará ao número 100. Será o primeiro título da Image não concebido por um de seus fundadores a atingir a marca. Em 2010, foi eleito a melhor série contínua pelo Eisner, o mais importante prêmio dos quadrinhos. No mesmo ano, a série ficou ainda mais popular ao ser adaptada para a TV. A ideia levou cinco anos até encontrar uma emissora disposta a bancá-la. Uma vez veiculada pela estação AMC, ganhou popularidade e uma nova temporada foi confirmada antes de a primeira terminar. A segunda leva de episódios quebrou os recordes de audiência da TV paga americana já na estreia – e fez isso de novo no encerramento. Uma terceira temporada está em produção e apresentará dois dos personagens mais populares entre os fãs dos gibis: o vilão Governador, que comanda um grupo de sobreviventes do apocalipse zumbi, e Michonne, uma ex-advogada que extermina zumbis com uma espada oriental.
Hoje, o apocalipse zumbi virou uma franquia multimídia. A coletânea das primeiras 48 edições em quadrinhos de Os mortos-vivos foi o romance gráfico mais vendido de 2011 na lista do jornal The New York Times. Em março passado, foi o sexto livro mais vendido do site Amazon. “Se Kirkman fosse um super-herói, seu nome seria Toque de Midas”, disse o jornalista George Gustines, doNew York Times. Os zumbis ainda compõem o pano de fundo para um livro agora lançado no Brasil, a Ascensão do governador (Record, 364 páginas, R$ 24,30), sobre a origem do maior vilão dos quadrinhos. A continuação está em produção. Esse universo continua a crescer com o recém-lançado videogame da série.
Kirkman credita sua imensa popularidade não aos mortos, mas aos vivos. “Gosto de mostrar as motivações e os sentimentos dos personagens. Isso faz a gente se importar com eles em meio a suas aventuras”, afirma. A fórmula foi repetida com Ladrão dos ladrões. O gibi conta a história de Conrad Paulson, um mestre em roubos que tenta abandonar o crime. Elogiado pela crítica, o título mal chegou à terceira edição e sua adaptação para a televisão já foi anunciada, também pela AMC. Kirkman diz que não há pressão para criar um novo sucesso. “Nenhum trabalho meu fará tanto sucesso quanto Os mortos-vivos. Já me conformei com isso e segui em frente”, afirma. Talvez ele não devesse estar tão certo disso. A história desse profícuo contador de histórias parece estar apenas nos primeiros capítulos.

Entrevista com Robert Kirkman




Tour pela prisao da 3 temporada:

1) Existem sim diferenças entre os títulos de diferentes produtores de conteúdo na web. Cada veiculo tem um perfil de escrita, e seguem o manual de redação estipulado.
JB Online: “Câmara retoma sessão para votar MP dos Portos”
Portal Terra: “Câmara discute MP dos Portos”
Agencia Brasil: “Votação da MP dos Portos esbarra em pontos polêmicos”

b) As diferenças são evidentes. Acredito que o titulo “Câmara retoma sessão para votar MP dos Portos”, eh o que descreve melhor a matéria e não da um caráter sensacionalista.

c) 1 segunda etapa da Campanha de vacinação contra a febre aftosa começa este mês
2 WWF-Brasil realizou ato no Cristo Redentor
3 Hugo Chávez fala sobre uma possível revolução boliviana.
4 Começa hoje um novo serviço dos Correios para atender deficientes visuais.
5 A Capital Carioca irá sediar a Conferência Regional Ministal da Amárica Latina e Caribe.
6 Alpinista morre ao tentar escalar o topo mais alto do mundo.

d) Um bom titulo deve ter todas as funções para se adequar a matéria de forma que desperte interesse ao leitor e seja veiculado e facilmente encontrado na web


Exercício 6:



Original: http://bigodesexyaa.blogspot.com.br/2013/04/mobilidade-urbana-para-os-que-nao-veem.html

Corrigido:


Mobilidade urbana para os que não veem



Curitiba tem apenas 1% das guias rebaixadas, rampas, pisos táteis, semáforos com sinalização sonora ou qualquer outra coisa que auxilie na inclusão das pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.

O prefeito tem projetos para pessoas com deficiência também em outras áreas, como cultura, desenvolvimento econômico, esporte e lazer. Segundo o IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, no Brasil, 24,5 milhões de pessoas têm algum tipo de deficiência física.

O Brasil possui leis que dispõem sobre o apoio às pessoas portadoras de deficiência e sua integração social. A lei nº 7.853/89 e o decreto nº 3.298/99 determinam a política nacional para integração da pessoa portadora de deficiência.

A realidade de Maria Terezinha de Castro, que nasceu com deficiência visual total, é outra. Para ela, os maiores problemas são os orelhões, falta de rampas e as placas, que sempre atrapalham na caminhada, pois a bengala não consegue alcançar. “Só queria que a administração pública sentisse que nós existimos, e que nós, cegos, circulamos”, disse.

O problema foge das ruas. Vera Cristina dos Santos é deficiente física e visual, está à procura de emprego e já passou em várias entrevistas, mas quando é chamada para a vaga, não pode aceitar devido à problemas de acessibilidade nas empresas. “Fui chamada em dois empregos, mas quando cheguei ao local havia inúmeras escadas e locais despreparados para aceitar pessoas com deficiência”.

Apesar da lei de cotas, que garante a contratação de pessoas com deficiência nas empresas, e dispõe sobre os planos de benefícios da previdência e dá outras providências a contratação de portadores de necessidades especiais, poucas empresas estão preparadas para receber pessoas com deficiência.

Você pode encontrar (e também cobrar) as propostas para o plano de governo do prefeito Gustavo Fruet, clicando aqui http://www.fruet.com.br/curitibaquermais/plano-de-governo/

Original






Corrigido:

Educação infantil tornou-se obrigatória a partir dos quatro anos de idade



O governo federal publicou em Diário Oficial uma nova lei que altera as diretrizes e bases da educação nacional e determina o ingresso obrigatório de crianças a partir dos quatro anos de idade na escola. Há uma mudança no artigo 6º tornando “dever dos pais ou responsáveis efetuar a matrícula das crianças na educação básica a partir dos quatro anos de idade”.



O secretário da Educação Básica do Ministério da Educação (MEC), Romeu Weliton Caputo, acredita que através da educação infantil possa atingir a meta de que todas as crianças, até os oito anos de idade, sejam alfabetizadas no Brasil.



Segundo a lei, a educação básica será dividida entre pré-escola, ensino fundamental e ensino médio. O currículo da educação infantil deverá ter uma base nacional comum que respeita as diversidades culturais de cada região.



Os professores devem fazer um registro para criança, terão “avaliação mediante acompanhamento e registro do desenvolvimento das crianças, sem o objetivo de promoção, mesmo para o acesso ao ensino fundamental”. A carga horária mínima atual das crianças na pré-escola é de 800 horas anual.



Especialistas da educação previnem, pois essa é uma etapa que precisa de atenção especial e cuidados, tanto dos professores quanto os pais, para uma educação infantil de qualidade, que privilegie o aprendizado, brincadeiras e a socialização entre as crianças.



Os estados e municípios têm até 2016 para se adequar à nova lei, e garantir a oferta para todas as crianças a partir dessa idade.

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Exercício 7

A e B)http://jaimebatistadasilva.blogspot.com.br/

http://cidadaojornalista.blogspot.com.br/


http://www.virta.inf.br/blog/?p=2526


http://brunodepierro.blogspot.com.br/


http://www.observatoriodaimprensa.com.br/


 http://www.brasil247.com/

http://www.overmundo.com.br/
http://www.paraentender.com/
Chile (El Morrocotudo), Estados Unidos (Orato), Espanha (Reportero Digital), França (Agora Vox), Itália (La Mia Notizia), Sri Lanka (Ground Views), Nova Zelândia (Scoop), Filipinas (Balita Pinoy) e Israel (YouPost).


C)http://gruporbs.clicrbs.com.br/blog/2011/04/12/sites-hiperlocais-do-clicrbs-ganham-novo-layout/

http://knightcenter.utexas.edu/pt-br/blog/rede-de-sites-hiperlocais-patch-recruta-8000-blogueiros


http://www.jornalistasdaweb.com.br/index.php?pag=displayConteudo&idConteudo=1597


d)Concordo, pois quando falamos em jornalismo, deve ser feito por profissionais capacitados, que entendam da função e da ética ao exerce-la. O jornalismo colaborativo, como diz o nome, deve ser feito por cidadãos colaboradores.


e) 


 no link: http://www.bahiadiadia.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=3262:jornal-picareta-publica-pesquisa-sem-data-de-realizacao-sem-margem-de-erro-sem-nada&catid=61:destaque-geral

Jornal picareta publica pesquisa sem data de realização, sem margem de erro, sem nada

CRIME ELEITORAL GROSSEIRO! A lei eleitoral exige que para publicar o resultado de qualquer pesquisa de opinião, o veículo de comunicação informe, OBRIGATORIAMENTE, a margem de erro, o número de pessoas entrevistadas, nome de quem contratou a pesquisa e da empresa que realizou, além do número dado à pesquisa pelo juiz eleitoral. Na pesquisa do jornal de Miro, o Topa Tudo, não consta nenhuma dessas informações
 

BAHIA – A edição 547 do Topa Tudo, jornal de circulação restrita a Porto Seguro, notabilizado por prestar serviços impublicáveis a prefeitos da região, já deveria ter sido recolhido das bancas pela polícia.

Como se sabe, a lei eleitoral, nº 9504/97, que trata da publicação de pesquisas por veículos de comunicação, estabelece como exigência obrigatória que o jornal, no caso, informe o período em que foram coletados os dados, a margem de erro, o número de pessoas entrevistadas, nome de quem contratou a pesquisa e da empresa que realizou, além do número dado à pesquisa pelo juiz eleitoral.
Por mais absurdo que possa parecer, o jornal ignorou solenemente as exigências da legislação e, num verdadeiro acinte à justiça eleitoral e ao

Ministério Público, publicou uma pesquisa totalmente irregular, feita há mais de um mês, com intuito criminoso de favorecer à campanha da candidata Cláudia Oliveira, mulher do prefeito de Eunápolis, Robério Oliveira, acusado de ameaçar de morte o principal adversário do sua esposa, o peemedebista Lúcio Pinto.

A pena para o responsável por publicação de pesquisa falsa é de seis meses a um ano de prisão, além de multa que pode variar de R$ 50 mil a R$ 100 m

PS:  a fraude, poderia ter sido evitada, mas não foi, jornal picareta foi criado para forjar esses dados, jornalismo colaborativo sim!

E)
 no link: http://g1.globo.com/economia-e-negocios/noticia/2010/06/jornal-publica-errata-sobre-anuncio-que-elimina-selecao-da-copa.html

Jornal publica errata sobre anúncio que ‘elimina’ seleção da Copa

Edição desta quarta-feira da “Folha” ainda traz o anúncio correto.
Anúncio do Grupo Pão de Açúcar, na véspera, tirava país dos jogos.

Do G1, em São Paulo

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O jornal “Folha de S. Paulo” publicou nesta quarta-feira (30) um comunicado admitindo o erro ao veicular um anúncio da rede de supermercados Extra, do Grupo Pão de Açúcar, que destacava a “eliminação” da seleção brasileira da Copa do Mundo na edição do jornal desta terça (29). Na segunda-feira (28), o Brasil venceu o Chile por 3 a 0 nas oitavas-de-final da competição.

Anúncio públicado na página D21 do jornal Folha de S. Paulo nesta quarta-feira (30) (Foto: Reprodução)
“Comunicamos que erramos na publicação do anúncio do Extra, referente ao resultado do jogo entre Brasil e Chile, publicado por este veículo de comunicação no dia 29 de junho de 2010, pág. D11. Ao invés do anúncio de vitória do Brasil, foi publicado, equivocadamente, anúncio citando a derrota. Lamentamos o ocorrido”, diz a errata, assinada pelo departamento comercial do jornal.

Além do comunicado, também foi publicado o anúncio correto, que comemora a vitória da equipe brasileira.

“Que venha a próxima. Wafa wafa (que significa  “Vai que dá”, no idioma zulu), Brasil. Força Extra nas quartas de final, Brasil. Faz o Penta virar Hexa”.

Nesta terça, em nota enviada ao G1, a “Folha” já havia reconhecido o erro. “A Folha de S. Paulo esclarece que no dia 29/6/2010, no Caderno ‘copa 2010′, pág D11, foi publicado equivocadamente um anúncio do Hipermercado Extra, devido a problema ocorrido na área de inserção de anúncios. A publicidade insinua que o Brasil não teria se classificado para a próxima fase da copa. Lamentamos o erro.”

Na tarde desta terça, o presidente do Conselho de Administração do Grupo Pão de Açúcar, Abílio Diniz, afirmou na sua página no Twitter que o grupo “tomará providências” e que serão responsabilizados os culpados pelo anúncio.

Em seu microblog, o empresário publicou, no mesmo dia, a seguinte declaração numa sequência de posts, por volta das 15h:

“Estou ao lado dos que se indignaram com o anuncio publicado erroneamente pelo jornal.

Ontem o Brasil fez seu melhor jogo na #Copa. Infelizmente, a Folha de SP cometeu um grave erro com o anúncio do Extra, o que é inadmissível.

Não compartilhamos com a impunidade e tomaremos as providências, que não eliminarão o erro, mas irá responsabilizar os culpados

Como Pres. do Conselho de Adm. do GPA (sic) peço desculpas, em meu nome e do Grupo, aos brasileiros e, principalmente, aos jogadores da seleção”;

E)
 no link: http://correionago.ning.com/profiles/blogs/nota-p-blica-ao-jornal-a-tarde-mat-ria-plano-juventude-viva

Nota pública ao Jornal A TARDE – Matéria “Plano Juventude Viva”

Postado por Dj Branco em 28 setembro 2012 às 10:51
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Nota pública ao Jornal A TARDE – Matéria “Plano Juventude Viva”

Solicitação de errata.

 Durante um tempo eu venho me recusando a dar entrevista à imprensa sobre o tema “Segurança Pública”, nos últimos meses fui procurado por vários veículos de comunicação e não aceitei. Ontem recebi uma ligação do Jornal A TARDE perguntando minha opinião sobre o índice de homicídios contra a juventude negra (dados do Mapa da Violência) e sobre o Plano Nacional de Prevenção a Violência Contra a Juventude Negra que foi lançado ontem (27), em Maceio (AL). Como estou desde o inicio acompanhando a elaboração e formulação do Plano aceitei dar entrevista.

Na matéria que saiu hoje (28), no Jornal A TARDE pg. A4, “Plano estimula o combate à violência contra jovens negros”, entre os destaques tem um que está escrito “A maioria dos jovens morre por brigas de tráfico ou auto de resistência”, o qual supostamente  eu assino, um erro grave do editor do caderno ou do jornalista. Em momento nenhum da entrevista eu afirmei isso, quem conhece minha atuação no movimento social e nos espaços de participação política (Conferências, seminários, audiências, congressos e etc..), sabe que não concordo com esse discurso, que é um discurso que tira a responsabilidade do estado, o qual tem a responsabilidade de garantir a vida desses jovens como rege na constituição brasileira, e esse é um discurso eurocêntrico, da elite desse país que contribui com o extermínio desses jovens, da mídia sensacionalista que criminaliza a juventude negra e violam seus direitos todos os dias sem serem punidos.


Solicito uma ERRATA sobre a matéria ao jornal A TARDE, e tenha cuidado com o que escreve, colocar palavras na boca das pessoas é um erro muito grave. Acredito que foi um erro de digitação ou de entendimento, pois o que falei para a jornalista foi totalmente ao contrario, falei que temos que desconstruir o discurso de que os jovens que morrem nas comunidades eram envolvidos com tráfico de drogas ou foi auto de resistência, que essa desculpa não cola mais, eles estão sendo exterminados, e por mais que ele cometa qualquer delito não existe pena de morte no Brasil.


Leia o texto do A TARDE:

Conhecido como Dj Branco, Hamilton Oliveira, que trabalha com a mobilização de jovens por meio do hip hop, chama a atenção para o risco de o programa lançado pela ministra não ser aplicado de forma adequada.
Para Dj Branco, faltam políticas públicas. “Na área da saúde, educação, moradia e acesso ao trabalho. A maioria dos jovens morre por brigas de tráfico ou auto de resistência. A questão da mortalidade só será resolvida quando encararmos o racismo como problema estruturante”. Reclama.

Continuo acreditando que foi um erro de entendimento.

Atenciosamente,

Hamilton Oliveira (Dj Branco)
Diretor da Comunicação, Militância e Atitude Hip Hop – CMA HIP HOP
Conselheiro do Conselho de Desenvolvimento da Comunidade Negra do Estado da Bahia – CDCN

G)
o Jornalismo profissional não dve temer ameaças do jornalismo colaborativo, mas deve aproveitar das variadas fontes para aperfeiçoar a notícia.

H) Entrevista ainda não realizada


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Exercício 7 parte II

a) A utilização de infográficos na web é de grande importância, faz com que o leitor tenha uma compreensão direta da notícia. Auxiliam a esclarecer alguns fatos que não ficam claros quando explicados somente com textos e fotos. Ajudam a construir de forma concreta a reportagem por inteiro, explicando as várias formas, como aconteceu tal fato deixando mais claro para os leitores as informações sobre o caso.

B)
Um especial do El Mundo sobre os atentados ao metrô de Madrid, em 2004. Foi criada uma página especial para a cobertura, agregando reportagens aos infográficos, além de outros recursos jornalísticos que compuseram um excelênte trabalho do jornal espanhol sobre os atentados.

 O acidente com avião da GOL 1907, em 2007, foi uma ótima cobertura,além de uma galeria completa com fotos o leitor utilizou se de um excelênte infográfico para compreender a reportagem. Em seguida abaixo da cobertura, consta o infográfico, que apresenta ilustrações de movimento, esse é um diferencial que o veículo tem para conquistar a credibilidade do leitor.

O site R7 apresenta matérias sobre Terremoto no Japão provoca Tsunami  em 2011, o conteúdo é completo, além de links para outras informações, vídeos, slide show, os infográficos são em seqüências, mostram a destruição causada pelo terremoto e o tsunami. O Infográfico traz o entendimento da catástrofe natural que atingiu o país asiático.

c)
Morte de Osama Bin Laden por ser um terrorista, pelo seu histórico de atentados contra países EUA.
 Caso Ana Lídia, ocorreu em Brasília em 1973 com o desaparecimento e assassinato da menina, que até a presente data o crime não foi esclarecido para sociedade.
 Impeachment de Fernando Collor de Melo em setembro de 1992, foi um fato histórico de um presidente da República Acusado de corrupção e esquemas ilegais em seu governo.




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8
a) Os infográficos fazem com que o leitor tenha uma compreensão maior da notícia. Esclarecem fatos que que muitas vezes não ficam claros só com auxilio de outras mídias. Constrroem uma nova forma de reportagem.

B) Em especial do El Mundo sobre os atentados ao metrô de Madrid, em 2004. A página dacobertura, mostra reportagens que são complementadas pelos infográficos, além de outros recursos jornalísticos.

O acidente com avião da GOL 1907, em 2007, na página existe uma galeria completa com fotos e também tem infográfico para auxiliar na compreensão da reportagem. O infográfico tem um diferencial, que são as ilustrações de movimento.

O site R7 apresenta matérias sobre Terremoto no Japão provoca Tsunami em 2011. A reportagem é completa, com links para outras informações, vídeos, slides, e os infográficos, que em sequência, mostra a destruição causada pelo terremoto e o tsunami.

c) Morte de Osama Bin Laden foi importante devido ao contexto geopolítico do terrorista.
Caso Ana Lídia, ocorreu em Brasília em 1973 com o desaparecimento e assassinato da menina, que até a presente data o crime não foi esclarecido para sociedade.
Impeachment de Fernando Collor de Melo em setembro de 1992, foi um fato histórico de um presidente da República Acusado de corrupção e esquemas ilegais em seu governo.

Exercício 9
a) Globo News
Interatividade: Fale conosco
Atualização contínua: Rede Social
Multimidialidade: Site para assistir online - GloboTv
Hipertextualidade: Site contém diversos hiperlinks

Gazeta do Povo
Interatividade: Carta do Leitor, comentários nas notícias.
Atualização contínua do site e redes sociais
Multimidialidade: Site, Tv Gazeta.
Hipertextualidade: ncontrado tanto no meio online como no impresso

BandNews Curitiba
Interatividade: Ligações e contato pelas redes sociais
Atualização contínua: reportagens ao vivo
Multimidialidade: encontrado no meio online

b) Ambos potencializam a questão da interatividade com estas mudanças atuais, a ruptura acontece no formato apenas, que precisa ser mais hipertextual e proveitoso da plataforma utilizada.

c) Os podcasts são formas de ruptura do tradicional do vídeo em si, são um novo tipo de mídia que pode dar ao leitor a chance de realizar mais de uma tarefa ao mesmo tempo. O que torna mais acessível em alguns casos o seu entendimento e a passagem das informações.

d) Ainda estão em fase de organização, pois a internet é transitória, porém possui vários hiperlinks e qualidade de informação.

______________________________
11


a)
Despertar o interesse  divulgando o que acontece nas proximidades do local faz com que as pessoas se sintam parte da construção da notícia.

b)
Particularidade às informações e dão características culturais ao conteúdo produzido. Muitas vezes colaboram na produção das matérias dos grandes jornais digitais, cobrindo fatos grandes.

Quais seriam, segundo o artigo, as características mais importantes dos portais regionais? Como é problematizada a relação entre o local e o global?

Os portais regionais são o focados na segmentação, sempre buscando particularidades do local. Também é marcante o jornalismo de serviço. O conteúdo antes de ser global, surge em uma região e está disponível para ser acessado em todo o mundo, produzindo o fenômeno que o autor Roland Robertson acha mais adequado chamar de glocalidade.




Com base na leitura realizada:
1. Faça uma busca na web, localize e liste 10 portais regionais (brasileiros e de outros países) produzidos por diferentes grupos empresariais:
Portal da Ilha – Florianópolis/SC
A Tribuna – Santos/SP
ORM - Belém/PA
Portal Iguatu.org - Iguatu/CE
SFGate.com – São Francisco/Califórnia
Ne Noticias - Aracaju/SE
A Razão - Santa Maria/RS
ClicRBS - Porto Alegre/RS
O Alto Taquari – Arroio do Meio/RS
Da Praia News – Litoral/RS

2. Examine o Portal Amazônia (http://www.portalamazonia.com.br/ /)
e o Portal RPCTV (http://redeglobo.globo.com/rpctv/index.html /) das Organizações Globo, tentando determinar o que eles têm em comum. Qual é a explicação para as similaridades? Quais são as vantagens de tal forma de produzir? Quais suas desvantagens? Faça seus comentários de uma forma comparativa.


São similares pois estão dentro do mesmo grupo, mesma empresa, que possui um padrão jornalístico e um manual de redação. As vantagens de produzir para um portal regional é a forma do tratamento da notícia, fazendo com que o leitor se sinta parte e se reconheça no conteúdo produzido. A produção da notícia recebe aspectos característicos da população, cultura, hábitos,e permiti  ao jornalista se aprofundar no fato.

a) Como é composto o mix de informação nos sites visitados (informação jornalística, serviço, entretenimento, etc)? O que mais chama a sua atenção?
A informação é bem diversificada e os sites possuem vários canais de informação.

b) Quais sites você destacaria como aqueles com melhor cobertura local?


O ClicRBS e o SFGate. São portais grandes, e o mapeamento da cidade é dividido por bairros. Também tem um canal interativo para os leitores,  onde os moradores produzem matérias.


c) Há espaços nesses sites dedicados à participação de usuários para que possam contribuir com a produção do conteúdo?

Os sites trazem as histórias dos moradores para a tela, particularizar os relatos e a população. Também, como citado acima, existe uma canal de comunicação direta com o público.




d) Quais são as fontes jornalísticas utilizadas pelos sites?
As fontes são escolhidas dependendo da necessidade da matéria. Podem ser fontes de autoridade e até mesmo civis.

e) A cobertura jornalística local é limitada ou é bastante abrangente e contextualizada? Exemplifique.

A cobertura


f) Proponha formas criativas e eficazes para a produção de conteúdos locais originais que possam ser operacionalizadas na direção de um jornalismo dialógico/participativo com a inclusão dos usuários, da comunidade na criação desses conteúdos.

 O mapeamento da cidade e sua divisão por bairros, distribuidos por repórteres, para que estes conversem com a comunidade e busquem fatos, assim como peculiaridades;
Canal interativo para os leitores, através de vídeos no estilo “você repórter”, onde os moradores produzem matérias, e enquetes com votação, opinião, reclamação, sugestão;
Trazer as histórias dos moradores para a tela, particularizar os relatos e a população.


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Exercício 12


a)      Uma reportagem sobre política e corrupção no Brasil.

www.senado.gov.br/‎

b) Uma reportagem sobre tráfico de crianças para
prostituição em outros países.



http://www.beinglatino.us/politics-2/mundo/brazilian-court-makes-child-prostitutes-criminals/

c) Uma matéria sobre a copa das confederaçoes.
pt.fifa.com
www.cbf.com.br/‎
http://pt.fifa.com/confederationscup/index.html


2) 
a)

5004 projetos

b)

53 projetos

c)
PL 4776/2012
Autor
Thiago Peixoto - PSD/GO
Ementa
Acrescenta parágrafo único ao art. da Lei nº 9.394, de 1996, de diretrizes e bases da educação nacional, para dispor sobre o acesso a recursos de tecnologia assistiva na educação especial.



PL 4711/2012

Autor
Otavio Leite - PSDB/RJ
Ementa
Determina que os recursos oriundos da distribuição dos Royalties do Petróleo e Participação Especial sejam obrigatoriamente aplicados em Educação.
Comissão Especial destinada a proferir parecer ao Projeto de Lei nº 323, de 2007, do Sr. Brizola Neto, que "altera a Lei nº 9478, de 06 de agosto de 1997, que dispõe sobre a política energética nacional, as atividades relativas ao monopólio do petróleo, institui o Conselho Nacional de Política Energética e a Agência Nacional do Petróleo e dá outras providências" (dispõe sobre a aplicação de recursos provenientes de royalties do petróleo) ( PL032307 )
Recebimento pela PL032307, apensado ao PL-4671/2012



PL 4443/2012
Altera o art. 11 da Lei nº 11.788, de 2008, para ampliar o período de duração do estágio do estudante em uma mesma parte concedente. Aumenta para quatro anos a duração do estágio exceto quando se tratar de portador de deficiência.

3)

Dr Rosinha
Seu nome de registro é Florisvaldo Fier. Nascido em Rolândia, onde foi trabalhador rural, mudou-se em 1969 para Curitiba, onde estudou Medicina, na PUC do Paraná.

Depois de formado, trabalhou por vários anos em postos de saúde da periferia da capital paranaense. No trabalho, passou a conviver diariamente com as dificuldades enfrentadas pelas famílias de trabalhadores. Indignado com a dura situação de vida a que está submetida a maioria da população, Dr. Rosinha começou a atuar nos movimentos sociais. Foi um dos fundadores e diretor do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (Sismuc) e diretor do Centro Brasileiro de Estudos da Saúde.

Também participou da fundação do Partido dos Trabalhadores (PT) e da Central Única dos Trabalhadores (CUT), no início dos anos 80.

Em 1988, apoiado pelo movimento social e sindical, foi eleito vereador de Curitiba, sendo o candidato mais votado do partido. No ano de 1990, venceu a eleição para deputado estadual. Na Assembléia Legislativa do Paraná, destacou-se pela defesa da moralização política, pela luta por transparência e fiscalização das ações desenvolvidas pelo governo estadual e prefeituras, pelo comprometimento com a defesa dos direitos dos trabalhadores e do meio ambiente e pelos direitos da mulher. Foi reeleito para o cargo em 1994 e, no novo mandato, a luta foi ampliada. Apoiou o pleito dos servidores públicos, professores, estudantes, trabalhadores sem-terra e sem-teto.

Em 1998, Dr. Rosinha foi eleito deputado federal pela população do Paraná, obtendo votos de 338 municípios paranaenses. Em Brasília, iniciou-se uma nova etapa de luta. Nas eleições de 2002, obteve uma votação histórica: mais de 124 mil votos. Nos últimos anos, foi presidente e secretário-geral da Comissão do Mercosul do Congresso Nacional. No início da campanha eleitoral de 2006, submeteu-se a uma cirurgia cardíaca. Apesar de ter feito apenas uma viagem de campanha, foi novamente reeleito, com mais de 69 mil votos.

Em 7 de maio de 2007 foi eleito vice-presidente do Parlamento do Mercosul (Parlasul). Exerceu a presidência da entidade de junho de 2008 até fevereiro de 2009.

Por três vezes presidiu delegações de observação eleitoral na Bolívia. A primeira em agosto de 2008, a segunda em janeiro de 2009 e a terceira em dezembro de 2009.

Em 6 de julho de 2010 Dr. Rosinha votou contra a aprovação do texto proposto pela Comissão parlamentar especial encarregada de debater as alterações no Código Florestal Brasileiro, da qual fez parte. O novo texto é motivo de discórdia e debate na sociedade.

Algumas das principais matérias para votação na sessão legislativa de 2012 são a distribuição dos royalties do petróleo, Plano Nacional de Educação, reforma política, exame do veto à Emenda 29 e Lei da Copa. Para falar das perspectivas do ano político de 2012, que terá eleição municipal para escolha de prefeitos e vereadores, os convidados são os deputados Dr. Rosinha (PT-PR) e Zenaldo Coutinho (PSDB-PA).

Entre seus projetos mais importantes aprovados estão:
PROJETO DE LEI nº 318, DE 2007 - Obriga a realização do exame de corpo de delito antes da prisão


PROJETO DE LEI No 6979, DE 2006 - Dispõe sobre a responsabilidade solidária do mandatário cujo mandato seja outorgado por empresa domiciliada em território ou país com tributação favorecida, inclui crimes como antecedentes para o crime de "lavagem" ou ocultação de bens, direitos e

Exercício 13

 O Começo (1983-1993)
Em 1983, Samuel Rosa e Henrique Portugal começaram a tocar em uma banda de reggae chamada Pouso Alto, junto com os irmãos Dinho (bateria) e Alexandre Mourão (baixo). Em 1991, o Pouso Alto conseguiu um show na casa de concertos Aeroanta, em São Paulo, mas como os irmãos Mourão não estavam em Belo Horizonte, o baixista Lelo Zaneti e o baterista Haroldo Ferretti foram chamados para o show. Antes da apresentação, o grupo mudou seu nome para Skank, inspirado na música de Bob Marley, "Easy skanking". A banda fez sua estréia em 5 de junho de 1991, e devido a final do Campeonato Brasileiro no mesmo dia, o público pagante foi 37 pessoas. Entre os presentes estavamCharles Gavin e André Jung, ex-baterstas dos Titãs e do Ira!. Após o show, a banda ficou gostou da performance e resolveu continuar junta. Começou a tocar regularmente na churrascaria belo-horizontina Mister Beef, bem como as casas noturmas Janis, Maxaluna e L'Apogée. A proposta musical era transportar o clima do dancehall jamaicano para a tradição pop brasileira. O primeiro álbum,Skank, foi lançado de forma independente, em 1992. Apesar dos membros nem terem aparelhos de Compact disc em casa, fizeram no formato CD, segundo Ferreti, "para chamar a atenção dos jornalistas, das rádios e talvez de uma gravadora. Era uma aposta na qualidade, na inovação." O destaque da banda na cena underground despertou o interesse da gravadora Sony Music que, junto ao Skank, inaugurou no Brasil o selo Chaos, e relançou o álbum em abril de 1993.
Até 1993, a gente tocou muito em Minas Gerais. Se íamos longe, era para o Espírito Santo ou Goiás. Até sair oCalango, a gente era anônimo fora daqui.
—Samuel Rosa.

Sucesso Nacional (1994-1999)
O segundo disco, Calango, foi lançado em 1994 e vendeu mais de 1 milhão de cópias e músicas como "Jackie Tequila" e "Te Ver" tornaram-se hits cantados por todo o país. O disco seguinte, O Samba Poconé (1996), levou o grupo a se apresentar na França,Estados Unidos, Chile, Argentina, Suíça, Portugal, Espanha, Itália e Alemanha, em shows próprios ou em festivais ao lado de bandas como Echo & The Bunnymen, Black Sabbath e Rage Against The Machine. O single "Garota Nacional" foi sucesso no Brasil e liderou a parada espanhola (na versão original) por três meses. A canção foi o único exemplar da música brasileira a integrar a caixaSoundtrack for a Century, lançada para comemorar os 100 anos da Sony Music. Os discos da banda ganharam edições norte-americanas, italianas, japonesas, francesas e em diversos países ao redor do mundo. Enquanto O Samba Poconé chegava a quase 2 milhões de cópias vendidas no Brasil, o Skank foi convidado a representar o Brasil em "Allez! Ola! Olé!", disco oficial da Copa do Mundo de Futebol de 1998. Nos próximos álbuns, a música da banda passou a equalizar as origens eletrônicas com novas influências psicodélicas e acústicas, reveladas nos álbuns "Siderado" (1998) e "Maquinarama" (2000).
Mudança de Estilos (2000-2005)
Em Siderado, o grupo trabalhou com John Shaw (UB40) e Paul Ralphs. "Resposta", "Mandrake e Os Cubanos" e "Saideira" se tornaram hits. O álbum foi lançado em julho de 1998, e mixado em Abbey Road, estúdio londrino consagrado pelos Beatles; Daúde e o grupo instrumental Uakti foram os convidados especiais, e o álbum vendeu 750 mil cópias.11 Lançado em julho de 2000, Maquinaramateve a produção de Chico Neves e Tom Capone e vendeu 275 mil cópias. Os principais singles deste disco foram "Três Lados", "Balada do Amor Inabalável" e "Canção Noturna". Maquinarama é considerado um divisor de águas na carreira do grupo, que já não mais utilizou metais em suas gravações. Com os novos trabalhos, vieram mais hits radiofônicos, como "Resposta", "Saideira" e "Balada do Amor Inabalável" – esta com ecos de Sérgio Mendes em clima cyberpunk. O grupo chegou a gravar com Andreas Kisser(Sepultura), Manu Chao, Uakti e Jorge Ben Jor, além de ter sido elogiada por Stewart Copeland pela versão de "Wrapped Around Your Finger", incluída no tributo latino ao The Police, "Outlandos D'America". Em 2001, a banda registrou seus sucessos no CD e DVD MTV ao Vivo em Ouro Preto (2001), que vendeu mais de meio milhão de cópias e rendeu a primeira posição nas paradas de sucesso para a balada "Acima do Sol".
O início de 2003 foi investido na preparação de "Cosmotron", álbum que chegou às lojas em agosto daquele ano. Enquanto o primeirosingle, a balada psicodélica "Dois Rios", tocava nas rádios do Brasil (e o prêmio de melhor videoclipe pop no MTV Video Music Brasil2003, o grupo se fez mais um giro internacional, com passagens por Portugal, Inglaterra e Bélgica, além de uma apresentação no palco principal do festival de Roskilde, na Dinamarca, ao lado de grupos como Blur e Cardigans. A turnê do álbum (com cenário deGringo Cardia a partir de telas de Beatriz Milhazes e oito novas canções no repertório) estreou em agosto de 2004, no Canecão, Rio de Janeiro. Com o novo hit, "Vou Deixar" (melhor videoclipe pop no MTV Video Music Brasil (2004), o Skank viveu uma experiência inédita: através dos novos formatos de comercialização, é o ringtone com o maior número de downloads no país. O álbum atinge a marca de 210 mil cópias vendidas. Em novembro 2004, a banda lança a sua primeira coletânea de sucessos, "Radiola", com repertório focado nos discos "Maquinarama" (2000) e "Cosmotron" (2003). Além de oito hits remasterizados em Nova Iorque, o álbum trouxe quatro novidades para o público: as inéditas "Um Mais Um" e "Onde Estão?" e ainda duas versões também inéditas, "Vamos Fugir", de Gilberto Gil e Liminha (gravada para a campanha de verão das sandálias Rider) e "I Want You", de Bob Dylan (gravada no final de 1999 para um tributo ao cantor norte-americano que nunca chegou a ser lançado; é a versão original de "Tanto", do disco de estreia). Revestindo a capa de "Radiola", está o trabalho dos irmãos Rob e Christian Clayton, artistas plásticos americanos, colaboradores das revistas Rolling Stone e Zoetrope (de Francis Ford Coppola) e diretores de arte do clipe "All Around The World", do Oasis. As imagens do material gráfico da primeira compilação do Skank, "Happy All The Day" e "Long Journey", fazem parte de "Six Foot Eleven", exposição dos Clayton Brothers em parceria com a galeria La Luz de Jesus (Los Angeles). "Radiola" vendeu mais de 210 mil cópias.
Sucesso Internacional
Intitulado "Carrossel", o nono álbum do Skank foi gravado no estúdio Máquina, da banda, em Belo Horizonte. Na ocasião, os fãs puderam assistir, ao vivo, a uma parte do processo de criação e produção do álbum. A banda instalou uma câmera exclusiva, que transmitia imagens em tempo real. O disco chegou às lojas pelas mãos da SonyBMG, em agosto de 2006. Produzido por Chico Nevese Carlos Eduardo Miranda e mixado em Nova Iorque, no estúdio Sterling Sound, o disco trouxe 15 faixas inéditas, de Samuel Rosa com Nando Reis, Chico Amaral, César Maurício, Rodrigo F. Leão, Humberto Effe e Arnaldo Antunes, este último inaugurando a parceria com o vocalista do Skank. O primeiro single, "Uma Canção É Para Isso", foi disponibilizado para audição no site da banda quinze dias antes do lançamento oficial do álbum. A capa do CD saiu com projeto gráfico de Marcus Barão, que usou pinturassurrealistas de Glenn Barr, artista plástico de Detroit. Barão foi responsável pela arte de outros discos do Skank, como "Skank Ao Vivo MTV", "Maquinarama", "Siderado" e "Skank" (disco de estreia da banda). Na época do lançamento de "Carrossel", o Skank também disponibilizou todo o conteúdo do álbum em um aparelho de telefone celular. Com esta ação, o Skank tornou-se a primeira banda brasileira a fazer esse tipo de ação mobile. O modelo W300 da Sony Ericsson, que vinha com todas as músicas do álbum de 2006, vendeu mais de 75 mil unidades e rendeu para a banda o primeiro Celular de Ouro do Brasil, certificação reconhecida pela Associação Brasileira dos Produtores de Discos (ABPD).
Dois anos depois do lançamento de "Carrossel", em outubro de 2008, o Skank reaparece com "Estandarte", lançado no mercado com uma forte campanha viral. Enquanto o primeiro single do disco, "Ainda Gosto Dela" – com participação de Negra Li – tocava nas rádios do Brasil, a banda promovia mais uma nova ação, o "Vote no Bis", deixando o público de seus shows escolher as canções que queria ouvir no Bis, através do envio de SMS. Em março de 2009, o Skank anunciou o segundo single' do álbum, "Sutilmente", canção eleita pelos fãs através de votação que a banda promoveu em seu site oficial. A revista Rolling Stone considerou-o um dos 25 melhores álbuns nacionais lançados em 2008 e a música "Chão" uma das 25 melhores canções. Em agosto de 2009, o Skank ganhou o troféu "Iniciativa de Mercado" na 16ª edição do Prêmio Multishow. Na mesma noite, a banda também levou o prêmio de Melhor Clipe por "Ainda Gosto Dela". No Vídeo Music Brasil 2009, o Skank ganhou o prêmio de Melhor Clipe, com a música "Sutilmente" (Samuel Rosa/Nando Reis). Ainda no mesmo ano, o álbum "Estandarte" foi indicado ao Grammy Latino 2009, na categoria "Melhor Álbum Pop Contemporâneo Brasileiro". No dia 19 de junho de 2010, o Skank gravou, no Estádio do Mineirão, em Belo Horizonte, o CD, DVD e Blu Ray, "Multishow ao Vivo – Skank no Mineirão", projeto da banda em parceria com a Sony Music e o canal Multishow.
O show, que contou com a participação especial da cantora Negra Li, fazendo um dueto com Samuel Rosa na música "Ainda gosto dela", recebeu mais de 50 mil pessoas e foi último evento realizado no estádio, antes de seu fechamento para reformas visando a Copa do Mundo de 2014 O projeto teve lançamento em outubro de 2010. A turnê teve estreia no dia 1º de outubro, no palco do Vivo Rio, Rio de Janeiro. Nos dias 19 e 20 de novembro, o novo show teve estreia em São Paulo, no Citibank Hall. Ainda em novembro de 2010, o Skank recebeu o 1º Prêmio de Música Digital, na categoria "Artista Mais Engajado Digitalmente" por ser considerada a banda que mais investiu nesse formato de aproximação com o seu público. Também naquele ano foi lançada uma versão comemorativa dos 15 anos de Calango com faixas bônus. O Samba Poconé receberá o mesmo tratamento. Em junho de 2011, o Skank se tornou a primeira banda brasileira a ganhar um Leão de Ouro no Cannes Lions, um importante prêmio de publicidade mundial. O prêmio foi dado ao projeto Skankplay, uma plataforma que possibilita que qualquer pessoa simule uma jam session com o Skank e participe do clipe da música "De Repente". O projeto – criado pelo coletivo DonTryThis, em parceria com o Skank -, foi premiado na categoria "Melhor Uso de Mídia Social". Em 2012, a banda planeja lançar um disco com seu primeiro show mais as primeiras gravações de estúdio, 91.



 Perguntas:

•    Como foi tocar no Rock In Rio Lisboa?
•    O Skank é uma banda que surgiu antes da internet. Como vocês lidam com a internet hoje em dia?
•    Quais foram as maiores mudanças da banda desde o início até agora?
•    Atualmente, a música, principalmente devido à internet, é muito efêmera. Tendo em vista este cenário, como o Skank conseguiu continuar na ativa nos últimos 20 anos e se manter atual?
•    Após o lançamento de Skank 91, vocês estão preparando alguma novidade? Têm planos para trabalhos futuros?
•    O que vocês pretendem mostrar aos fãs com o novo álbum?
•    De que maneira vocês avaliam este trabalho, com toda a experiência adquirida na carreira?
•    Por trazer músicas compostas no início da carreira, acha que o CD agrada mais os fãs que acompanham o Skank desde o começo? E o que os fãs mais jovens estão achando deste lançamento?
•    O que o público pode esperar de diferente no show de hoje?
•    Passados mais de 20 anos de carreira, vocês sabem quem é o seu público-alvo?
•    E quanto ao rock, como vocês avaliam o cenário atual?
•    Ao longo dos anos, a banda sempre tentou preservar o “começo” nos CDs. Por que lançar um disco?

Fotos:











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