quarta-feira, 15 de maio de 2013

Educação infantil tornou-se obrigatória a partir dos quatro anos de idade


O governo federal publicou em Diário Oficial uma nova lei que altera as diretrizes e bases da educação nacional e determina o ingresso obrigatório de crianças a partir dos quatro anos de idade na escola.  Há uma mudança no artigo 6º tornando “dever dos pais ou responsáveis efetuar a matrícula das crianças na educação básica a partir dos quatro anos de idade”. Os estados e municípios têm até 2016 para se adequar à nova lei, e garantir a oferta para todas as crianças a partir dessa idade.


O ministro da Educação Aloizio Mercadante afirmou que o Brasil tem condições de conseguir matricular 100% dessas crianças na escola. O secretário da Educação Básica do Ministério da Educação (MEC), Romeu Weliton Caputo, acredita que através da educação infantil possa atingir a meta de que todas as crianças, até os oito anos de idade, sejam alfabetizadas no Brasil.

Segundo a lei, a educação básica será dividida entre pré-escola, ensino fundamental e ensino médio. O currículo da educação infantil deverá ter uma base nacional comum que respeita as diversidades culturais de cada região.

Os professores devem fazer um registro do desenvolvimento de cada criança, que terão “avaliação mediante acompanhamento e registro do desenvolvimento das crianças, sem o objetivo de promoção, mesmo para o acesso ao ensino fundamental”. A carga horária mínima atual das crianças na pré-escola é de 800 horas anual, distribuída em 200 dias de trabalho educacional.

Especialistas da educação previnem, pois essa é uma etapa que precisa de atenção especial e cuidados, tanto dos professores quanto os pais, para uma educação infantil de qualidade, que privilegie o aprendizado, brincadeiras e a socialização entre as crianças.

Os pais devem entender que precisam participar da rotina dos filhos, pois são os principais educadores e responsáveis durante todo o período escolar. Não basta somente transferir essa reponsabilidade para a escola. É importante que tenham paciência, levem e busquem os filhos, e perguntem sobre o dia deles.

Cinema e moda



O cinema, assim como o mundo da moda, dita tendências e interfere no comportamento do público. E a ligação entre os dois, veio a partir dos anos 30, com indústria de filmes de Hollywood em alta. Surgem então, filmes clássicos de figurinos incríveis, que marcaram a maneira de se vestir de várias gerações.
Alguns personagens singulares foram ilustres na história do cinema, influenciaram e ditaram tendências no mundo da moda.

Em “Os Guarda-Chuvas do Amor”, Catherine Deneuve, vive Geneviève Emery, uma jovem que trabalha na elegante loja de guarda-chuvas da mãe. O filme é uma comédia musical, com linda trilha de Michel Legrand. O figurino do filme é marcado por lindos vestidos, de visual doce e recatado, que são sucesso até hoje. O casaco usado por Catherine Deneuve ficou eternizado, o Trench Coat protegeu a beleza da personagem, e está em alta nesta temporada.

“Cinderela em Paris” é um clássico musical, que conta com a ilustre presença de Audrey Hepburn e Fred Astaire. O casal vai para Paris fotografar uma coleção e vive um romance. Audrey vive uma recatada atendente de livraria que se torna modelo internacional, posando para editoriais de moda de uma grande revista americana. Além da história de amor, todos os figurinos da atriz são assinados porGivenchy.
O cinema também revive a moda e homenageia grandes estilistas, como no filme “Coco Antes de Chanel”. O longa conta parte da trajetória estilista francesa Coco Chanel, criadora de peças que se tornaram ícones de elegância, como o pretinho básico, a sapatilha bicolor, o uso de pérolas e a bolsa de matelassê, são alguns exemplos.

Um dos mais populares filmes sobre moda é o contemporâneo Diabo Veste Prada. No longa Meryl Streep assume o papel de uma durona editora da Runaway Magazine, enquanto Anne Hathaway vive uma jovem jornalista que estagia na revista. O mundo da moda é retratado com looks cheios de luxoe sofisticação, com criações dos maiores estilistas do mundo. A comédia dramática atraiu aos cinemas mesmo quem não acompanha este universo.

A bem sucedida série de TV, Sex and the City, foi para as telonas. O filme conta a história de quatro amigas de Nova Iorque são apaixonadas pelo mundo da moda. A personagem mais fashionista é a jornalista Carrie Bradshaw, vivida pela atriz Sara Jessica Parker, viciada em sapatos Manolo Blahnik, e desfila combinações ousadas de grifes a cada aparição em cena.  Uma das cenas mais marcantes é quando Carrie usa o vestido de noiva, confeccionado pela estilista Vivienne Westwood.



Rede social promove ajuda na hora dos trabalhos escolares




Estudar junto é sempre melhor. Pensando nisso, três estudantes da Polônia se uniram para criar uma rede social inovadora, um portal de social learning, cujo principal objetivo é compartilhar e solucionar questões escolares e promover a ajuda.

O Brainly deu certo e fez sucesso, já alcançou 19 países (incluindo o Brasil), com mais de nove milhões de usuários por mês e acesso gratuito. Foi criado um ambiente de aprendizagem mútua e colaboração, facilitando o aprendizado, desenvolvimento e educação de jovens e adolescentes do Ensino Fundamental e Médio.
As perguntas são divididas por temas como Matemática, Física, Português, Biologia, História, Espanhol e até Música.

Cada usuário depois do cadastro recebe um número de pontos que precisa gastar cada vez que faz uma pergunta no portal. Para ganhar pontos os alunos devem ajudar as outras pessoas, não necessariamente na mesma matéria.

Os melhores alunos são recompensados, recebem pontos adicionais pelas respostas com boa explicação. E existem moderadores que cuidam das respostas de qualidade.
Através desta ideia de ajuda mútua, os alunos podem se juntar em um ambiente de colaboração e amizade. O objetivo dos fundadores é alcançar estudantes de todos os países do mundo. Professores, pais ou alunos que se destacarem na rede podem se candidatar a integrar à equipe e colaborar com o serviço. No Brasil, o Brainly está disponível em português-BR e português europeu, para que os alunos daqui e de Portugal  possam trabalhar e colaborar juntos.

Relações familiares podem afetar comportamento dos filhos no ambiente escolar





A conduta negativa dos pais pode ampliar o risco da criança se envolver com Bullying, segundo pesquisa da Universidade de Warwick, nos Estados Unidos. Foram analisadas informações coletadas por 70 estudos diferentes, nos últimos 40 anos, envolvendo mais de 200 mil crianças. Concluíram que pais e mães superprotetores ou negligentes, ampliam a probabilidade dos filhos sofrerem ou praticarem o assédio escolar.

Os pesquisadores dividiram os pais em duas categorias - a positiva, que incluiu características como comunicação, envolvimento, apoio, supervisão e afeição, e a negativa, como abusos, negligência e superproteção. Quando analisaram e compararam os dados das famílias, concluíram que o comportamento dois pais da categoria negativa aumenta o risco de a criança sofrer e também praticar Bullying, pois é através de modelos e experiências sociais que se aprende a prática desse comportamento.

Bullying é o termo utilizado para descrever formas de violência física ou psicológica intencionais, praticadas para intimidar ou agredir aquele indivíduo incapaz de se defender, mais fraco e vulnerável. É uma forma de afirmação de poder através da agressão e humilhação. As consequências negativas podem ser imediatas ou tardias, seja para os agressores ou para as vítimas.

A indicação dos pesquisadores é que sejam feitos programas de intervenção não só nas escolas, mas também dentro de casas, encorajando as práticas positivas. Também, trabalhar com cada situação particular e analisar de existe um padrão de conduta que se repete. O quanto antes os pais puderem conversar com as crianças e escutá-las sobre suas preocupações, será mais fácil criar um ambiente harmonioso dentro de casa.

No Brasil, segundo pesquisarealizada pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, Brasília foi apontada como a capital do Bulliyng. Segundo o estudo, 35,6% dos estudantes entrevistados disseram ser vítimas constantes da agressão. Belo Horizonte, em segundo lugar com 35,3%, e Curitiba, em terceiro lugar com 35,2 %, foram as capitais com maior frequência de estudantes que declararam ter sofrido Bulliyng alguma vez.

Para evitar  pais fiquem atentos ao comportamento dos filhos, e se a família perceber que a criança não está conseguindo lidar com o Bullying sozinha, essa é hora de intervir.  Também é importante mostrar atenção às agressões e, se necessário, pedir ajuda da escola. Todos devem ser instruídos sobre o que é Bullying, como ele ocorre, e de como esse tipo de violência afeta a todos no ambiente escolar.